Falando de Fraudes apresenta · exposição virtual
Museu do Golpe Brasileiro
Do embrulho de jornal velho de 1885 à videochamada com quem não existe. Seis salas, um mesmo truque: fazer você confiar no que vê e ouve. Todas as peças são casos reais e públicos, com fonte. A última sala mostra o que vem por aí.
Linha do tempo · 1885 → 2031
Cada ponto é uma peça. Escala por sala: os anos recentes ocupam mais espaço porque guardam mais casos.
Sala final
O golpe não morre. Muda de roupa.
Escolha uma família de golpes e veja o mesmo truque atravessar as épocas. Toque em qualquer peça para abrir a ficha.
Regra de saída · vale para 1885 e para 2031
Desligue e ligue de volta para um número que você já conhece.
E combine uma palavra de segurança com a sua família. Nunca confirme uma emergência pelo mesmo canal em que ela chegou.
Sobre o acervo
Como as peças foram escolhidas
- Só entram casos reais, públicos e brasileiros, com fonte que pode ser aberta e conferida. A única exceção é o caso Arup, de Hong Kong, exposto como aviso na sala do futuro.
- Nenhum caso vem de clientes do escritório. Vítimas não são identificadas além do que a própria fonte já tornou público.
- Cada ficha mostra o grau de confiança da fonte. "Média" indica fonte única, regional ou sem desfecho judicial conhecido.
- Esquemas sem condenação são descritos como denúncias. Valores estimados aparecem como estimativa.
- A sala do futuro reúne projeções, não fatos, e segue o artigo "O fim da prova sensorial", publicado no portal Falando de Fraudes.
- Conteúdo informativo. Não substitui a análise de um caso concreto.