Caiu no golpe? Saia daqui com as cartas prontas.
Responda algumas perguntas e receba, na hora, os textos para pedir a devolução ao seu banco, recorrer à ouvidoria e reclamar no Banco Central e no consumidor.gov.br. Nada do que você digita é enviado ou guardado: tudo acontece no seu aparelho.
Feito por advogados que atendem vítimas de golpe todos os dias
Três coisas para fazer agora.
As primeiras horas importam. Quanto antes o banco age, maior a chance de ainda haver dinheiro na conta de destino.
Avise o banco pelo app
Pelo chat ou telefone oficial, diga que foi golpe e peça a abertura do MED, o Mecanismo Especial de Devolução do Pix. Anote o protocolo.
Registre o boletim
Pela delegacia eletrônica do seu estado. Conte como foi a abordagem e informe a chave Pix ou a conta de destino.
Guarde tudo
Comprovante, prints da conversa, número e perfil do golpista, links e e-mails. Não apague nada, nem do golpista.
Monte suas cartas.
Preencha o que souber. Campos em branco aparecem como lacunas para você completar depois.
Estes modelos são orientação geral e não substituem a análise de um advogado. Revise os dados antes de enviar. O resultado depende das provas e das circunstâncias de cada caso.
A negativa do banco não encerra o assunto.
O Código de Defesa do Consumidor e a Súmula 479 do STJ tratam a fraude de terceiros em operações bancárias como risco da atividade do banco. Mas a responsabilidade não é automática: pesam as provas, o seu histórico de uso da conta e o que o banco fez para barrar a fraude. Um extrato dos últimos 12 a 24 meses ajuda a mostrar que a transação fugia do seu padrão.
Quer uma análise do seu caso?
A Pardi e Morais atende vítimas de golpes e fraudes digitais. Envie os comprovantes e as respostas do banco pelo WhatsApp.